Aula 1: Práticas inovadoras e cultura digital

Sexta-feira, dia 17/03/17: véspera do primeiro dia de aula do curso no Instituto Singularidades.

Estou no Aeroporto Internacional do Galeão, aguardando, ansiosa, meu voo para SP.

Estou sentada, checando se todos os meus alunos já realizaram sua participação no quiz proposto e orientando um outro no Messenger do Facebook.

Abro meu e-mail e verifico uma mensagem sobre o curso. Fico branca: será que adiaram a aula?

Leio a mensagem. Ufa! Era apenas uma orientação acerca do primeiro encontro presencial e a solicitação de que respondêssemos um(a) levantamento/pesquisa sobre nossos conhecimentos e práticas com tecnologias digitais. Pedimos para entrar num grupo do curso no Facebook e lá começamos a nos encontrar.

Sábado de manhã, 18/03/17: chego ao Instituto às 8:15. Aula só às 9h.

Aos poucos as pessoas vão chegando, sou apresentada pessoalmente à Julci Rocha e à Lilian Bacich.

Começa o encontro, somos apresentados à ementa do curso. Uau! Aí já a primeira aprendizagem: sou apresentada ao Sway. Minha cabeça já começa a funcionar: taí uma forma de organizar uma orientação de estudo para os alunos.

Opa, outra informação: o site do encurtador de endereço BIT.LY . Estou em cólicas!!! Doida para colocar em prática!!! E foi o que fiz naquela tarde mesmo: bit.ly/A2A_ORIENTA .

Depois passamos a construir nosso carômetro. Uauuuuuuuuu!!! Quantos colegas que não eram originariamente da área de Educação mas para ela migraram. Quantas possibilidades de troca, de novas experiências.

Já na sala de aula vamos reconhecendo nossos semelhantes e nossos diferentes, o “povo da Apple”, como diz a Julci, os da Microsoft, os do Google etc. Empresto minha scarf  `a Alice, minha colega de Ciências. Somos três do RJ! Caramba!!!! Muita gente, muitas histórias, muitas semelhanças e diferenças, muitas perspectivas de troca. Nossa!!!! Eu estava que nem pinto no lixo!!!

Lemos uma reportagem da revista Nova Escola sobre “Inovação: o que vai ajudar a mudar a sua aula”, da edição de fevereiro de 2017. Debatemos. Fazemos as estações na prática.

Acessamos o Canva, que eu já conhecia, e criamos nosso infográfico sobre como nos sentíamos em relação ao que estávamos vendo no encontro. Meus colegas de mesa dão gargalhadas: havia criado o meu infográfico com imagens que dependiam de pagamento e que impediam que o infográfico fosse compartilhado. Não me faço de rogada: no iPad onde trabalhava, fiz um print!!!

O encontro transcorre, vamos nos conhecendo, muitas ideias são colocadas e escuto Lilian Bacich, em determinado momento, falar da atitude de alunos durante trabalhos em grupo e em estações.

Lilian nos põe para refletir sobre algumas de nossas estratégias, sobre algumas de nossas ideias que nos martirizam: por que seria ruim de os alunos conversarem num grupo ou numa estação após terminarem sua participação na atividade? Não é a interação que buscamos? Por que necessariamente teríamos errado no planejamento da atividade ou no tempo de execução nos grupos por causa disso?

Mais uma ideia: fazemos muito e devíamos deixar os alunos fazerem mais. Como queremos que os alunos prestem atenção no que falamos se, para adiantarmo-nos na organização do espaço, já os deixamos sentados em organização própria para  discussões e interações?

Oooops!!! Mea culpa!!! E não é verdade?

Volto para o RJ e troco estas informações com uma das professoras da equipe, a Fernanda Menna Barreto. Ambas encantadas.

Obaaaaaa!!!! Lembro que terei um novo encontro presencial na semana seguinte!!!

Até lá!!!

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