Aula 2: Ensino Híbrido como proposta de integração das tecnologias

24/03/17: véspera do segundo encontro presencial do curso.

Eu, no Galeão, recebo nova mensagem da Julci: todo mundo levando fones de ouvido. Penso: me ferrei. Deixei os meus na gaveta de minha mesa de trabalho. Mas encontro um par de fones de cia. aérea perdido em minha pasta. Ufa!

Respondi uma pesquisa sobre em qual nível de usuário do aplicativo Sway eu me posicionava: marquei avançado. Tinha explorado todo ele, tentado várias coisas, sem medo de ser feliz. Por causa dessa resposta, surpresas me aguardavam.

25/03/17: dia do segundo encontro presencial.

Falamos do texto colaborativo e coletivo que construímos no Google Docs. Criáramos um texto sobre “Inovar na Educação”.  Algumas ideias sobressaem:

a) a inovação é mais metodológica do que tecnológica. Importante considerar esta ideia visto ser algo que tem que estar claro para todos, visto que não adianta apenas acrescentar dispositivos de última geração se os objetivos não foram atualizados;

b) o grau de inovação é muito subjetivo: o que é inovação para um grupo pode não ser para os demais;

c) as ferramentas tecnológicas são importantes, pois é essa a realidade do estudante do século XXI e a escola não pode se manter `a parte do processo. Porém, quanto mais estiverem “Invisíveis”, melhor: elas podem (e, sempre que possível, devem) fazer parte do processo, mas elas não são “O” processo. Explico: a tecnologia não deve ser o foco, mas o foco deve estar no objetivo que se pretende alcançar com sua utilização. É invisível no sentido de que os holofotes não devem estar sobre a tecnologia mas sobre as ações propostas.

Comento com um colega que sentira necessidade apenas de comentar e acrescentar alguns questionamentos, mas que não mexera no texto.

Outros  pontos que me marcam são as ideias de individualizar, diferenciar e personalizar apresentadas. São a mesma coisa? São diferentes?

Ouço Lilian Bacich dizer que o grande diferencial é pensar em personalizar. Mas afinal o que é personalizar? E individualizar? E diferenciar? no contexto da inserção das práticas digitais na aprendizagem…

Descubro o artigo abaixo.

 

Diferenciar, individualizar e personalizar o ensino

Muito se tem falado que os alunos aprendem de formas diferentes. Que o modelo formatado para educação de massa está em xeque. Que os currículos precisam ser reformulados. Que os professores devem entender as demandas específicas dos estudantes.

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Trabalhamos e construímos os mapas mentais com o Popplet e o ExamTime (agora Goconqr). Confesso que não gosto do primeiro porque tenho problemas com sua instabilidade. Confesso também que prefiro o Bubbl.us, o Text2MindMap, o Mind Node (só para a “galera da Apple”). Já usei até o Coggle !

Somos divididos em estações e assistimos a vídeos sobre diferentes escolas, ou melhor, projetos de escolas inovadoras – Summit, Riverside School, Projeto Âncora – e discutimos e avaliamos seus projetos, de acordo com a o papel do professor, do aluno, a inserção das tecnologias digitais, a personalização e o espaço de aprendizagem. Vimos um quadro em que há menos níveis de avaliação – só três colunas – criando um contexto de avaliação das categorias em que a subjetividade fica sob controle.

Opa!!! Algo a se pensar!!!!

Não deveria haver novidade para mim, pois já usara rubricas antes… MAS HÁ!  Já estou pensando no quadro de rubricas que combinara de desenvolver com minha equipe para avaliar as produções escritas dos nossos alunos.

Lilian, então, diz que seremos divididos em grupos de acordo com a resposta que demos à pesquisa sobre o uso do Sway.

Eu, Gabriel, Guilherme e Rodrigo, encurralados na categoria “usuários avançados”. Rsrsrs Julci Rocha se reune conosco para fazer perguntas para testar nosso nível avançado e voilá! : passamos no teste.

Depois,ela pensa em nos apresentar ao Office Mix, mas aí lembra que somos a “galera da Apple” e ele não funciona no sistema IOS (por enquanto, né?). É,  “são os ossos” das opções que fazemos. Todavia, ainda assim discutimos sua viabilidade e funcionalidade, comparando-o com o Sway. Ficamos, por enquanto com o Sway.

Retornamos ao grande grupo, repassamos o que havíamos aprendido antes.

Depois, um almoço em restaurante italiano com a nova amiga Alice e papos sobre educação, StarTrek, …

Retornei ao RJ cheia de ideias…

No Rio de Janeiro, na segunda-feira seguinte, lá estou eu, com a parceira Fernanda Menna Barreto, a produzir nosso quadro de rubricas. Ficou fantástico!!! Vejam só!

Rubricas – writing

 

 

 

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